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Gás de cozinha terá redução de 8% na Bahia a partir desta terça-feira

Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília

 A partir desta terça-feira (1), o preço do gás de cozinha sofrerá uma redução de 8% na Bahia, conforme anunciado pelo Sindicato dos Revendedores de Gás.

A queda de R$ 4,60 nas distribuidoras reflete uma diminuição no custo do produto para as revendedoras, que vendem o botijão de 13kg a R$ 131 no ponto de venda e R$ 155 para entrega.

Embora o preço do gás tenha diminuído nas distribuidoras, o repasse da redução para o consumidor final não é obrigatório e ficará a critério de cada revendedor.

Com essa nova mudança, a Bahia ainda possui o segundo gás de cozinha mais caro do Brasil, ficando atrás apenas de Boa Vista, em Roraima.


Preço dos alimentos vai baixar nos próximos 60 dias, diz Simone Tebet

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os preços dos alimentos devem começar a cair nos próximos 60 dias, conforme a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet. A declaração foi feita nesta terça-feira (25) durante o programa Bom Dia, Ministra. Tebet explicou que a alta de preços foi impulsionada por fatores como mudanças climáticas e quebras de safra, afetando até outros países produtores.

A ministra afirmou que os alimentos mais caros para o consumo do brasileiro, como ovos e café, foram os mais impactados pela alta. “Os alimentos que mais subiram são aqueles produtos que são mais caros para o coração ou para o paladar do povo brasileiro, que é o ovo, o café. Mas na safra do ano que vem teremos alívio. O agronegócio brasileiro esse ano vem muito forte e dará, inclusive, sustentabilidade ao nosso PIB. Ouso dizer que vamos crescer acima das projeções que nós mesmos estamos fazendo, porque teremos uma safra muito forte que vai ajudar no crescimento, na geração de emprego e renda e no barateamento dos alimentos”, argumentou.

Entre as medidas em destaque, Tebet mencionou a desburocratização das regras de comercialização de produtos como o ovo, facilitando o comércio entre os estados sem a necessidade de um selo nacional. Ela também sugeriu que os estados possam colaborar com a queda nos preços ao conceder isenção de ICMS sobre a cesta básica por períodos específicos, ajustando suas finanças para beneficiar a população.


Fonte: Metro1

Governo cancelou 4,1 mi de benefícios do Bolsa Família e CadÚnico por fraude, diz ministro

 

Foto: Lyon Santos/MDS

O ministro de Assistência Social, Wellington Dias, anunciou na terça-feira (18) que o governo federal cancelou 4,1 milhões de benefícios devido a fraudes ou irregularidades identificadas nos programas Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC). O número foi compartilhado pelo ministro durante um evento sobre a atuação do governo na área social.

Segundo matéria do InfoMoney, Dias detalhou também que as fraudes no Bolsa Família resultaram em um desvio de R$ 8,4 bilhões a cada milhão de fraudes detectadas. Já no caso do BPC, a cada milhão em fraudes, o prejuízo foi de R$ 17 bilhões de recursos públicos. O ministro pontou, entretanto, que, apesar dos cortes, o financiamento necessário para a garantia do pagamento aos beneficiários que, de fato, possuem direito está assegurado.

“Está assegurado todo dinheiro necessário para pagar cada benefício a quem tem direito. São 48 programas que, apenas da parte da União, representam R$ 40 bilhões por ano, com o cadastro como referência”, explicou o ministro.

O Bolsa Família deve sofrer um corte de R$ 7,7 bilhões dos R$ 167 bilhões inicialmente previstos para o programa, após revisão da equipe econômica do governo. Esta redução, porém, não afetará os beneficiários, segundo Dias.

“Temos economia pela superação da pobreza. Muitas pessoas que estavam na extrema pobreza e na pobreza estão alcançando a classe média, como resultado do plano de ação de toda a rede de proteção da assistência social brasileira”, destacou.

Durante o evento, o governo também anunciou um programa interno para receber denúncias e corrigir informações sobre os benefícios, com apoio da Polícia Federal. A PF assinará um acordo de cooperação técnica para auxiliar no combate a fraudes nos programas sociais.

Fonte: Bahia.ba

Mais de 10 milhões têm dinheiro esquecido do antigo PIS-Pasep

 


Cerca de dez milhões de brasileiros têm dinheiro esquecido na conta do antigo PIS-Pasep e vão poder sacar o valor a partir do fim deste mês.

São mais de R$ 26 bilhões esquecidos. Segundo o Ministério da Fazenda, mais de dez milhões de brasileiros têm direito a retirar o dinheiro. Até agora, apenas 18.800 pessoas deram entrada com o pedido de resgate.

Os valores serão pagos a quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988, quando o antigo modelo do PIS-Pasep foi substituído pelo atual.

O valor do saque depende do tempo e do salário que a pessoa recebia na época. O Ministério da Fazenda calcula que, na média, são R$ 2.800 por pessoa.

Desde o dia 10 de março, o site repiscidadao.fazenda.gov.br tem todas as informações em um só ambiente virtual. Informa o valor corrigido e permite também aos herdeiros saber se têm direito de pedir o resgate do dinheiro.

Fonte: Voz da Bahia

Preço do ovo sobe mais de 15% e registra a maior inflação no plano real; café aumenta quase 11%

Foto: Reprodução

 O ovo de galinha e o café moído, dois produtos tradicionais da mesa do brasileiro, registraram  inflação de dois dígitos em fevereiro, segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)  divulgados nesta quarta (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A alta dos preços do ovo foi de 15,39% no mês passado. É a maior inflação mensal desde o início do Plano Real.  Na série histórica do IPCA, uma elevação mais intensa do que essa havia sido registrada em junho de 1994 (56,41%), antes de o real entrar em circulação.


Já o café moído teve inflação de 10,77% em fevereiro, a maior em 26 anos, desde fevereiro de 1999 (12,55%).

De acordo com a Jornal Folha de S. Paulo o café está em trajetória de alta no IPCA desde janeiro de 2024. Segundo Fernando Gonçalves, gerente da pesquisa do IBGE, problemas de safra têm levado a uma disparada das cotações no mercado internacional. “O café teve quebra de safra no mundo, e a gente continua com essa influência”, diz Gonçalves.

Há uma combinação de fatores pressionando os preços dos ovos. O técnico citou três questões: a maior demanda em razão do retorno das aulas no país, as exportações devido a problemas de gripe aviária nos Estados Unidos e os impactos do calor na oferta no Brasil. “O tempo quente influencia a produção dos ovos, o bem-estar das aves”, disse.

Fonte: Folha de São Paulo

Governo Lula zera Imposto de Importação de 9 alimentos para reduzir preços

Reprodução

 Após diversas reuniões com empresários, produtores, agricultores e integrantes do setor produtivo, o Governo Federal anunciou nesta quinta-feira, 6 de março, medidas para baratear os preços dos alimentos ao consumidor final. As ações zeram impostos de importação de itens considerados essenciais, como café, azeite, açúcar, milho, óleo de girassol, sardinha, biscoitos, macarrão e carnes 

 O anúncio foi feito pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, após reunião comandada pelo presidente Lula com os ministros Carlos Fávaro (Agricultura), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), Rui Costa (Casa Civil), Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social) e Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, além do próprio Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).

“São medidas para reduzir preços, para favorecer o cidadão e a cidadã, para que ele possa manter o seu poder de compra, possa ter a sua cesta básica com preço melhor. Isso também acaba estimulando o setor produtivo e o comércio. Todas elas são medidas, desde regulatórias até medidas tributárias, em que o governo está deixando de arrecadar, abrindo mão de imposto para favorecer a redução de preço”, ressaltou Alckmin.

Ampliação

Uma ação no plano regulatório envolve a extensão do Serviço de Inspeção Municipal (SIM). O intuito é possibilitar, pelo período de um ano, a comercialização em todo o território nacional dos produtos que já foram devidamente certificados no âmbito municipal. A medida alcança itens como leite fluido, mel e ovos.

Produção de ovos (Foto: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias)

“Vamos, por um ano, dar os efeitos do SIM para todo o território brasileiro. Então, aqueles produtos que já não correm nenhum risco de precarização sanitária – sem nenhum risco à qualidade dos alimentos – a gente vai dar esse efeito”, detalhou o ministro Carlos Fávaro, pontuando que o objetivo da medida é dar competitividade e oportunidade para os produtos da agricultura familiar brasileira.

No Plano Safra, haverá estímulo à produção de itens da cesta básica e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai investir na formação de estoques reguladores. “Teremos um conjunto de produtos que serão subsidiados para oferecer para a sociedade brasileira, centrando na cesta básica. Além da cesta básica, vimos que tem alguns produtos da agricultura que podem ser insumos para a indústria e são importados. Eles também serão subsidiados”, afirmou Paulo Teixeira.

Em outra frente, será lançado o Selo Empresa Amiga do Consumidor, para identificar e incentivar empresas do setor supermercadista que praticam preços equilibrados da cesta básica: uma parceria entre o governo brasileiro e iniciativa privada para dar publicidade aos melhores preços praticados e estimular os preços baixos no mercado.

Medidas para baratear alimentos

Tarifas de importação zerada

  • Azeite: (hoje, 9%)
  • Milho: (hoje, 7,2%)
  • Óleo de girassol: (hoje, até 9%)
  • Sardinha: (hoje, 32%)
  • Biscoitos: (hoje, 16,2%)
  • Massas alimentícias (macarrão): (hoje, 14,4%)
  • Café: (hoje, 9%)
  • Carnes: (hoje, até 10,8%)
  • Açúcar: (hoje, até 14%)

Medidas regulatórias

  • Plano Safra com estímulo para produtos da cesta básica
  • Formação de estoques reguladores pela Conab
  • Extensão Serviço de Inspeção Municipal por um ano (impacto em leite, mel e ovos)

Reputação

  • Criação do Selo Empresa Amiga do Consumidor
Fonte: Voz da Bahia

Calor e milho caro fazem ovo disparar 69% no Brasil; preço é o mais alto em 22 meses

Foto: Reprodução site da CNA

 O valor do ovo no Brasil chegou ao nível mais caro em pelo menos 22 meses. A disparada tem relação direta com calorão, o preço do milho nas alturas e a proximidade da Quaresma, segundo reportagem do portal UOL.

De acordo com a reportagem, o alimento aumentou 69% entre janeiro e fevereiro para o revendedor. O preço da caixa com 30 dúzias saltou de R$ 134 para R$ 227.

O ovo vermelho, por sua vez, teve alta de 61%: passou de R$ 156, em 17 de janeiro, para R$ 252 um mês depois. Conforme o UOL o cálculo utilizado na reportagem se baseou em um histórico de preços informados pelo Cepea, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. O órgão informa os valores cobrados entre abril de 2023 e fevereiro deste ano.

Nos últimos anos, a cifra mais alta cobrada pela caixa com 30 dúzias de ovos brancos foi R$ 203 ,em junho de 2023, 12% menos. Já o ovo vermelho chegou a custar R$ 225, em média, em maio daquele ano, também 12% mais barato.

Fonte: Bahia.ba

Oito em cada dez brasileiros sentem alta no preço dos alimentos, diz Quaest

crédito: Freepik
As famílias brasileiras de todas as classes sociais notaram a elevação de preços dos alimentos e das contas de água e energia elétrica, mostra pesquisa Quaest divulgada neste domingo (16).

Oito em cada dez dizem que preço dos alimentos subiu. A percepção é praticamente semelhante entre as classes sociais. Os preços mais baixos foram citados por menos de 10% de todas as faixas de renda. Já a percepção de estabilidade varia entre 11% (classe baixa) e 14% (classe alta).

Avaliações confirmam os números da inflação oficial. Dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) apontam que os preços dos itens do grupo de alimentos e bebidas subiram nos últimos cinco meses. A alta acumulada de 5,4% no período supera a inflação de todo o ano de 2024 (4,83%).

Alimentação dentro de casa puxa a sequência de altas. Somente em janeiro, a variação de 1,07% dos produtos consumidos no domicílio foi puxada pelos preços da cenoura (36,14%), do tomate (20,27%), e do café moído (8,56%).

Problemas climáticos interferiram na alta dos preços. “O índice foi puxado pela alta dos itens alimentícios, que sofreram influência de condições climáticas adversas, em vários períodos do ano e em diferentes localidades do país”, afirmou Fernando Gonçalves, gerente responsável pelo IPCA, na divulgação do índice de 2024.

Fonte: Voz da Bahia