Últimas Noticias

Transparentômetro: Apenas 55 dos 416 municípios baianos enviaram dados sobre festas juninas

Foto: Rosilda Cruz/Sufotor

 A partir desta quarta-feira (21), o Painel da Transparência dos Festejos Juninos começa a divulgar os dados do Transparentômetro, ferramenta que apresenta o número de municípios baianos que já prestaram contas sobre os gastos com os festejos juninos de 2025.

Até as 17h de ontem, 55 cidades haviam informado seus dados, totalizando cerca de R$ 73 milhões em investimentos e 390 contratações artísticas.

O painel, que será aberto ao público no dia 1º de junho, é fruto de uma parceria entre o Ministério Público da Bahia (MP-BA), os Tribunais de Contas do Estado (TCE) e dos Municípios (TCM), além de outras entidades públicas e institucionais.

A ferramenta tem como objetivo reforçar a transparência dos gastos públicos, especialmente no incentivo à cultura e ao turismo.

Atualizado diariamente com dados recebidos até as 16h, o Transparentômetro informará à população o número de contratações artísticas, o montante investido, os municípios que já enviaram as informações e aqueles que ainda não prestaram contas.

A iniciativa também inclui a concessão do Selo de Transparência 2025 aos entes que atenderem aos critérios definidos. A entrega oficial do selo ocorrerá no dia 10 de junho, em uma cerimônia que reconhecerá a adesão dos gestores públicos à iniciativa.

Os municípios têm até o dia 31 de maio para enviar seus dados ao Ministério Público da Bahia. Além da listagem das cidades participantes, o painel também disponibilizará as regras para obtenção do selo.

A ação integra um esforço conjunto entre MP-BA, MPC/TCE, MPC/TCM, TCE, TCM, Rede de Controle da Gestão Pública na Bahia, União dos Municípios da Bahia (UPB), União das Controladorias Internas da Bahia (UCIB), Sebrae/BA, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Instituto Municipal de Administração Pública (IMAP) e o Governo do Estado.

Fonte: Voz da Bahia

Anvisa proíbe venda de duas marcas de azeite por irregularidades sanitárias

Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária/Divulgação


O governo proibiu nesta terça-feira (20) duas marcas de azeite oliva de serem comercializadas, distribuídas, fabricadas, importados e objeto de propaganda. A decisão se dá após o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) denunciar “origem desconhecida ou ignorada”. 

As marcas de azeite de oliva em questão são a Alonso e a Quintas D’oliveira. Foram identificadas irregularidades no rótulo das embalagens e outras infrações, segundo decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no Diário Oficial.

Os produtos das marcas apresentavam nas suas rotulagens, como embaladora, uma empresa com CNPJ inexistente na base de dados da Receita Federal, informou a Anvisa. A decisão da proibição também cita que foram infringidos pelas empresas uma série de dispositivos legais.


Fonte: Metro1

Igreja emite comunicado contra batismo de bebês reborn em Salvador

Foto: Foto: Paul R. Burley

 Um comunicado foi emitido pela Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Salvador, sobre a não realização de batismos de bebês reborns (bonecos realistas).

"Os sacramentos da Igreja são atos sagrados e devem ser tratados com o máximo respeito. O batismo, em especial, é um rito solene destinado a pessoas reais, marcando o início da vida cristã. Por isso, não realizamos batismos nem qualquer atendimento religioso relacionado a bonecas "reborn" ou objetos semelhantes. A nossa fé está centrada na vida e dignidade humanas", explicou em nota.

A publicação foi feita nesta terça-feira (20) através das redes sociais. 


Fonte: Metro1

"A boneca não chora, não confronta": bebês reborns viram válvula de escape emocional e alvo de polêmicas

Foto: Divulgação/Renata Magalhães

 O termo “bebê reborn” foi o nono mais buscado no Brasil nos últimos sete dias, com um aumento de 200% nas pesquisas, segundo levantamento do Metro1 via Google Trends. As bonecas hiper-realistas — que podem custar até R$ 10 mil — vêm protagonizando cenas curiosas e, por vezes, absurdas. Em Guanambi (BA), uma jovem de 25 anos levou uma boneca a uma UPA, pedindo atendimento médico. Em Minas Gerais, um padre precisou emitir um comunicado informando que não celebraria batizados de reborns. Já houve até propostas de multa para quem tentar usar essas bonecas para obter atendimento preferencial em hospitais.

Afeto projetado em vinil

Por trás da popularidade das reborns, pode estar uma busca emocional ainda mal compreendida. O psicólogo Vinícius Farani explica que, embora alguns casos estejam ligados a hobby de colecionar ou nostalgia, quando o boneco passa a ser tratado como um filho, é sinal de uma projeção de algo que não foi desenvolvido. E em uma sociedade que não sabe lidar com suas frustrações, o boneco é um objeto para vínculos. “Vivemos em um tempo em que, se algo nos incomoda, cancelamos, bloqueamos. A boneca não chora, não confronta, não impõe frustrações. Ela é uma fuga emocional”, diz. 

Segundo ele, vínculos com reborns podem nascer de traumas infantis, perdas gestacionais ou sentimentos de abandono. “Ao cuidar de um bebê reborn como se fosse uma criança, a pessoa está, muitas vezes, cuidando da parte dela mesma que foi deixada para trás”. Ele alerta, porém, que esse tipo de conforto é paliativo e pode gerar dependência emocional.

Mercado, técnica e investimento

A artesã Renata Magalhães fabrica reborns há sete anos, muito antes da febre dessas bonecas. Ela pode levar até 30 dias para finalizar o trabalho, dependendo do tamanho, da técnica usada no cabelo e dos detalhes na pele. Para Renata, cada boneca é uma obra de arte, por isso o preço varia a partir de R$ 1,5 mil, de acordo com o nível de realismo e características exigidas pelo cliente. Os materiais incluem olhos de vidro, óleo de resina e podem conter cabelos humanos.

Apesar do boom nas redes, Renata diz que seu público continua majoritariamente infantil e, mesmo com toda a viralização, o fluxo de clientes permanece o mesmo.

Foto: Divulgação/Renata Magalhães


Realidade ou estratégia?

Renata também é colecionadora e vai a shopping, restaurantes e até viaja com as bonecas no colo. Mas, para ela, é uma estratégia de divulgação de seu trabalho. As pessoas pedem para pegar, tirar foto e ela aproveita para entregar seu cartão. Os vídeos que têm viralizado mostrando “rotinas” com reborns — dando mamadeira, trocando fralda — também são, segundo Renata, encenações didáticas para despertar o interesse infantil. “É marketing. Não quer dizer que tenho problema mental”, justifica.

Essa relação, inclusive, tem rondado a arte reborn com preconceitos. “Estão rotulando tudo como transtorno mental. Isso afeta quem trabalha sério”, diz a artesão, que confessa desejar que todo esse “furacão” passe logo.

Quando o colecionismo é apenas amor

A pedagoga Magaly Munduruca coleciona bonecas desde a infância e hoje tem 38 bebês reborn em casa. Algumas, inclusive, foram feitas com os primeiros fios de cabelo das suas filhas biológicas. Ela garante: é arte, não delírio. “Faço cenários, fotos, compartilho no Instagram. Não trato como filhos. É minha paixão desde criança”, diz. Para Magaly , o problema está no julgamento contra mulheres adultas que colecionam.


Fonte: Metro1

Regras EAD: MEC define carga maior de aulas presenciais em Engenharia, Veterinária e Saúde

 

Foto: Foto: Freepik


Diante da  Nova Política de Educação à Distância publicada pelo governo federal, os cursos das áreas de Saúde e Bem-Estar; Engenharia, Produção e Construção; Agricultura, Silvicultura, Pesca e Veterinária vão sofrer alterações.

Caso essas graduações sejam oferecidas no formato semipresencial, a carga horária em atividades presenciais será de no mínimo 40% e 20% em atividades também presenciais ou síncronas mediadas. 

Outras áreas como Administração, Economia ou Comunicação em modalidade semipresencial, deverão cursar pelo menos 30% da graduação em atividades presenciais. 


Fonte: Metro1

Itaberaba se prepara para receber a Copa Furacão de Futebol de Base com mais de 1.500 atletas

 Na manhã desta segunda-feira, o presidente da Copa Furacão de Futebol de Base, Aderbal Monteiro, esteve em Itaberaba para uma visita oficial ao lado do secretário municipal de Esporte e Lazer, Léo Coité. O encontro reforçou a parceria entre a organização do torneio e a Prefeitura de Itaberaba, que oferece total apoio à realização do evento no município.

A Copa Furacão acontecerá entre os dias 21 e 29 de junho, movimentando a cidade com a presença de jovens atletas de todo o país. Ao todo, 64 equipes já estão confirmadas, representando diferentes regiões e projetos esportivos. Os escudos dos clubes participantes estão organizados em cinco linhas, destacando a diversidade e o alcance da competição.

O torneio contará com disputas nas seguintes categorias de base:

Sub-13 (nascidos em 2012)

Sub-15 (nascidos em 2010)

Sub-17 (nascidos em 2008)

Sub-19 (nascidos em 2006)

Realizada pela WAMS Eventos Esportivos, a Copa Furacão tem como objetivo promover a integração entre os atletas, revelar novos talentos e incentivar a prática esportiva entre os jovens. Com mais de 1.500 atletas envolvidos, a competição promete ser uma grande celebração do esporte de base em Itaberaba.

A Prefeitura de Itaberaba, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do esporte como ferramenta de inclusão, educação e transformação social.

Mulher leva bebê reborn para receber atendimento em UPA: “Muita dor”

 

Arquivo pessoal

Uma jovem de 25 anos levou um bebê reborn — boneco hiper-realista que imita um recém-nascido — para atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guanambi, no sudoeste da Bahia, na noite de domingo (18). O caso chamou a atenção da equipe médica e foi confirmado pela prefeitura.

Segundo relatos, a mulher solicitou uma corrida por aplicativo e pediu ao motorista que dirigisse rápido, alegando que o “bebê” sentia fortes dores. Ao chegar à unidade, foi reconhecida por uma conhecida, que percebeu que se tratava de um boneco. “Só notei quando levantei o pano do rosto. Conheço a família dela, são pessoas dignas”, contou a mulher.

A jovem, que sofre de depressão, teria saído de casa sem que a família soubesse. Familiares informaram que ela adquiriu o bebê reborn por R$ 2,8 mil na internet há cerca de um mês e já estão buscando apoio especializado em saúde mental.

A UPA de Guanambi atende cerca de 200 pessoas por dia. O caso não resultou em atendimento médico, mas foi comunicado à direção da unidade.


Ciclista morre durante evento de cicloturismo na Bahia

 

Ciclista morre durante evento de ciclismo na Bahia — Foto: Modesta Fotos

Um ciclista identificado como Odan de Santana Gomes, de 55 anos, morreu após passar mal durante a realização do 8° Cicloturismo de Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia, no domingo (18). O homem era morador de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia.

Segundo a organização do evento, Odan fazia parte de um dos grupos de ciclistas e já havia percorrido aproximadamente 31 dos 35 km do trajeto, quando começou a se sentir mal. Ele recebeu os primeiros socorros, ainda no local, por uma equipe de saúde que acompanhava o passeio e foi levado ao hospital do município, mas não resistiu.

A suspeita inicial é de que Odan tenha sofrido um infarto. Ainda de acordo com os organizadores, ele era hipertenso, mas praticava ciclismo regularmente e já tinha participado de outras edições do evento.

O corpo do ciclista foi sepultado na tarde desta segunda-feira (19), no Cemitério Jardim Celestial, em Feira de Santana.

Fonte: G1

Bahia tem maior número de mortes no trânsito em 25 anos

 

Bahia registra maior número de mortes no trânsito em 25 anos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em 2024, A Bahia registrou o pior índice de mortes no trânsito dos últimos 25 anos, com uma média de 8 pessoas que vieram a óbito por dia em Acidentes de Transportes Terrestres (ATT). O número representa um aumento de 5,1% em relação a 2023. No total, foram 2.993 mortes.

Os dados levantados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) mostram que, de 2000 a 2024, na Bahia, foram 50 mil vítimas de ATT. O ano de 2024 apresentou a maior taxa de vitimização: 20,2 vítimas fatais a cada 100 mil baianos.

Além disso, conforme a pasta, os acidentes também resultaram em 15,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS), com um custo médio de R$ 1.119,45 por paciente, tempo médio de internação de 4,7 dias e 195 óbitos. Os dados representam um aumento de 5,4% em relação ao ano interior.

De acordo com os números, metade dos óbitos por ATT na Bahia em 2024, ocorreram em via pública. Homens representaram 80% das vítimas fatais e 23% das mortes ocorreram entre pessoas de 35 a 44 anos.

Em relação à distribuição das vítimas por tipo de acidente, 14% das mortes ocorreram com pedestres, 39% com motociclistas e 39,6% com ocupantes de veículos.

O número de vítimas de acidentes com motocicletas internadas na Bahia em 2024 chegou a 12.888. Os dados mais que dobraram em relação a dez anos atrás. É o que aponta um balanço divulgado pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Segundo os registros, foram contabilizadas 5.949 vítimas em 2014. O aumento é de 117% em relação ao ano anterior. Especialistas apontam que o crescimento tem relação com a expansão da frota de motocicletas nas ruas.

Fonte: G1

Gripe aviária não deve impactar preço da carne de frango, diz ministro

 

Imagem Ilustrativa / Foto: Divulgação/FAEP

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou nesta segunda-feira (19) que os focos detectados de gripe aviária no Rio Grande do Sul não trarão impacto significativo no preço da carne de frango, apesar da suspensão de vendas para mais de uma dezena de países.

“Acredito muito mais em pequenas variações, pode ter um excesso de oferta, [por] 10 e 15 dias, e aí vai direcionando para outro lugar, retomando para algum país que flexibilizará seu protocolo. Portanto, eu acredito muito mais na estabilidade”, disse em entrevista coletiva para atualizar informações sobre o caso.

Maior exportador de carne de frango do mundo, o Brasil vendeu 5,2 milhões de toneladas do produto, em diferentes formatos, para 151 países, auferindo receitas de US$ 9,9 bilhões, segundo dados de 2024 apurados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Mais de 35,3% de toda a carne de frango produzida no Brasil é destinada ao mercado externo.

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram 78% dessas exportações. Os principais destinos internacionais dos produtos da cadeia brasileira do frango são China, Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Filipinas, União Europeia, México, Iraque e Coreia do Sul, com mais de 60% dos volumes embarcados.

“A experiência adquirida, no caso da [doença] Newscasttle, no ano passado, os preços não abaixaram tanto. Segundo, não vai ficar tão grande a restrição, porque é possível que, durante o período dos 28 dias, e a gente está confiante de que vai conseguir segurar dentro do raio [do foco], do caso específico, há a volta gradativa à normalidade. E outro fator que dará estabilidade de preços, que imagino, é que 70% da produção já fica no mercado interno. Então, estamos falando de 30%, se fechasse para todo mundo”, explicou Fávaro.

Mais cedo, em outra entrevista, Fávaro havia dito que é preciso aguardar um ciclo de 28 dias sem novos casos confirmados para que o país faça uma autodeclaração à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e consiga reverter as suspensões.

Não há prazo para que organismo internacional responda à autodeclaração, quando ela for feita, mas a expectativa é que os países levantem as barreiras de forma gradativa.

Até o momento, o país investiga ainda sete casos. Ao menos três deles já foram descartados, em atualizações antecipadas pelo próprio Ministério da Agricultura. Tratam-se de suspeitas no Mato Grosso, no Sergipe e no Ceará.

Seguem em análise laboratorial suspeitas no Tocantins, em Santa Catarina e uma outra o Rio Grande do Sul. Os dois únicos focos confirmados estão em uma granja comercial de Montenegro e em um zoológico de Sapucaia do Sul, ambos municípios gaúchos localizados na região metropolitana de Porto Alegre.

Os dados constam no painel de monitoramento de síndromes respiratórias e nervosas em aves, gerido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, e foram atualizados às 19h desta segunda.

Fonte: Voz da Bahia